Brazilian Peppertree
Schinus terebinthifolia
Visão geral
A Peppertree Brasileira, também chamada de Christmasberry ou Florida Holly, apresenta folhas verdes escuras brilhantes e compostas que emitem um aroma apimentado quando esmagadas. As plantas femininas produzem densos cachos de pequenas bagas vermelhas brilhantes e redondas no outono e no inverno que persistem por meses, proporcionando interesse no inverno. Embora valorizada por sua tolerância à seca e folhagem atraente, é listada como uma espécie invasora nociva em partes do sul dos EUA, Havaí e Oceania, onde supera a vegetação nativa.
Guia de cuidados
Rega
Regue regularmente as pimenteiras brasileiras recém-plantadas durante o primeiro ano para estabelecer um sistema radicular profundo, mantendo o solo sempre úmido, mas não encharcado. Uma vez estabelecido, é altamente tolerante à seca, exigindo apenas rega ocasional durante longos períodos de seca, e a rega excessiva aumenta o risco de apodrecimento das raízes.
Luz
Prospera em pleno sol para máxima densidade de folhagem e produção de frutos silvestres, tolerando um mínimo de 6 horas de luz solar direta diariamente. Pode sobreviver em sombra parcial, mas o crescimento será mais alongado e a produção de frutos silvestres será significativamente reduzida.
Solo
Adaptável a uma ampla variedade de tipos de solo, incluindo solos arenosos, argilosos, argilosos e calcários, desde que a drenagem seja adequada. Tolera níveis de pH levemente ácidos a alcalinos entre 5,5 e 7,5, e até mesmo lida com solos salinos ocasionais em regiões costeiras.
Fertilizante
Alimente as árvores jovens no início da primavera com um fertilizante 10-10-10 balanceado de liberação lenta para apoiar um crescimento vigoroso. Os espécimes maduros geralmente não requerem fertilização regular, embora uma leve aplicação de fertilizante com baixo teor de nitrogênio possa ser aplicada na primavera se o crescimento parecer atrofiado.
Temperatura
Cresce melhor em climas temperados quentes a tropicais, prosperando em temperaturas médias entre 60–85°F (16–29°C). Ele pode tolerar geadas leves de até 20 ° F (-7 ° C) por curtos períodos, mas congelamentos prolongados danificam a folhagem e matam os galhos jovens.
Poda
Podar no final do inverno, antes que surja um novo crescimento para moldar a árvore, remover galhos mortos ou cruzados e manter o tamanho desejado. A poda regular também evita que a árvore se espalhe de forma agressiva, pois ela rebrota rapidamente a partir dos tocos cortados, portanto, todo o material aparado deve ser descartado de maneira adequada para evitar a propagação indesejada.
Propagação
Mais comumente propagado a partir de sementes frescas, que germinam prontamente dentro de 2–4 semanas quando semeadas em substrato úmido e bem drenado; as sementes são frequentemente dispersas por pássaros que comem os frutos. Também pode ser propagado a partir de estacas semilenhosas colhidas no verão, mergulhadas em hormônio de enraizamento e mantidas em alta umidade até o desenvolvimento das raízes.
Humidade
Tolera uma ampla gama de níveis de umidade, desde condições áridas semidesérticas até ambientes tropicais úmidos, prosperando em umidade média entre 40–80%. Não possui requisitos especiais de umidade quando cultivado em climas adequados, embora possa desenvolver problemas foliares em áreas persistentemente nebulosas e de alta umidade com má circulação de ar.
Replantar
As pimentas brasileiras raramente são cultivadas em recipientes a longo prazo, mas os espécimes jovens destinados ao plantio ao ar livre podem ser replantados anualmente na primavera até serem plantados no solo. Use uma mistura de envasamento geral bem drenada e escolha um recipiente 5 cm maior de diâmetro do que o atual para acomodar o crescimento das raízes.
Utilizações e simbolismo
Ornamentalmente, é plantada como uma árvore, sebe ou tela de paisagem tolerante à seca em climas quentes, valorizada por sua folhagem perene e frutos vibrantes de inverno. Historicamente, extratos de sua casca, folhas e frutos têm sido usados na medicina tradicional sul-americana para tratar feridas, inflamações e doenças respiratórias, embora o uso medicinal não seja amplamente recomendado hoje. Em algumas regiões, seus frutos secos são ocasionalmente usados como tempero substituto da pimenta-do-reino, embora tenham um sabor mais suave e frutado.
Doenças de plantas
As pimenteiras brasileiras são relativamente resistentes a pragas, mas podem ser suscetíveis a cochonilhas, ácaros e moscas brancas, que podem ser controladas com óleo hortícola ou sabonete inseticida. Doenças fúngicas, incluindo oídio, podridão das raízes e manchas nas folhas, podem ocorrer em condições excessivamente úmidas e mal drenadas ou em áreas com circulação de ar limitada. Em sua área invasora, possui poucos predadores naturais, o que lhe permite se espalhar rapidamente e superar a competição com espécies de plantas nativas.
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